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A guerra contra as reformas

  • 5 de mai. de 2017
  • 1 min de leitura

Uma guerra foi iniciada, pelo menos na visão das forças sindicais sim! No último dia 28/04 (sexta feira) ocorreu a maior paralisação da história do país, a “greve geral” ocorreu em diversas capitais do Brasil e muitos líderes sindicais prometem que é só o início.

O deputado Paulinho da Força (SD – SP) foi um dos porta-vozes dessa mobilização histórica. O deputado apoiou o impeachment da presidente Dilma Rouseff em Abril do ano passado e votou a favor do impeachment da ex-presidente, agora contudo, é contra as reformas trabalhistas propostas pelo governo Temer.

“Faria tudo de novo” disse Paulinho “Não me arrependo (de apoiar a saída de Dilma), a crise é muito profunda, comeu 8,5% de R$ 6 trilhões de PIB nos últimos anos. O problema é que a crise deveria ser dividida, mas do jeito que as reformas foram elaboradas, só o trabalhador paga” disse o líder sindical.

“Cadê a participação dos banqueiros? Sexta foi só o pontapé.” Afirmou Paulinho da Força.

As propostas de Paulinho vão contra o planejamento do congresso, que prevê a aposentadoria de 65 anos para todos os cidadãos. Paulinho propõe que a idade mínima para se aposentar seja de 58 anos para mulheres e 60 anos para os homens.

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) pretende realizar novas greves gerais caso as reformas propostas (trabalhista e previdenciária) não sejam analisadas.

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